Neste ceú passaram cometas, tão rápido que nem dá tempo de fazer meu pedido. Existiam também estrelas, essas eram fortes, mas apagaram-se com o tempo.
Muitas costelações, outros planetas, esse ceú já é experiente e sabe como doí a rejeição. Mas, diferente de todas as coisas que ele têm, a Lua lhe pertence, e nunca vai embora.
Aparece sempre grande aos seus olhares, as vezes lhe falta um pedaço, mas ela é forte e volta radiante.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Radiante.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
=]
Não
sigo
regras
Regras
prendem
demais
Prisão
é
dor
Dor igual
bater com pé
na quina
P.s.: Mais ou menos isso.
Já não me serve.
Tenho essas lembranças suas, que de nada me servem, como as roupas que já não uso mas estão no armário. Um monte de coisa sem utilidade que ocupa espaço. No meu coração; no meu armário.
Ela sempre fica com raíva quando lembro de você em uma conversa qualquer.
No fundo, eu quero achar uma utilidade para tudo, e acabo me tornando um chato. As coisas são simples, as vezes sem utilidade, mas nos deixam mais fortes.
E sobre as roupas... vou doar amanhã.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Percebi
Hoje eu percebi, eu amo mesmo você. Sinto saudades, sinto desejos, são todos seus. Você os criou, você os cultiva em mim.
Volta aqui, não sabe quanto eu te desejo. Volta aqui, minhas noites só são amores contigo.
Sinto falta dos carinhos quando vai embora, eu mando mensagem 3 minutos depois para te contar sobre isso.
sábado, 10 de janeiro de 2015
Sabe
Sabe... eu sei, a gente sempre mereceu um ao outro. Nos sempre fomos aquela metade da laranja, etc e tal.
Eu sempre quis teu corpo, tuas vontades, e você sempre esteve ao meu lado. Mas, mesmo assim, não podemos estar juntos. Caminhos diferentes, muito parecidos.
Histórias assim, contos de fada, mas no fundo, dois amantes vivendo o que não existe.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Apenas uma canção.
Mania minha essa, tocar sempre o mesmo disco, na esperança de escutar um acorde a mais. Aquele disco antigo, que gostávamos de escutar juntos, eu era feliz e escutava apenas uma canção. No meu coração, sua primazia domina e brinca de estragar tudo o que eu gosto outra vez.
Volteou seu nome em minha mente, em um dia qualquer, e eu não resisti a escrever. Sabia que era meu coração, danado, sente saudades demais. Já o cérebro fica se gabando, dizendo que nem pensa mais em você.
E eu, nessa história toda fico aqui sofrendo, só me resta por para fora em versos e linhas. Um dia, talvez o cérebro ganhe, o coração fique livre, e eu conheça alguém.
Domingo à tarde
Hoje é um domingo à tarde, chamo assim todos os dias monótonos. Não sei se te vejo, não sei se vai me ligar. E eu, sempre aqui, no mesmo lugar. Esperando um convite, na esperança de sua mensagem.
Chame-me para dar uma volta, com você eu topo tudo. Sem mais, sem menos, você cria um eu que eu nem sei se existe.
Cada frase e momento, dias escuros são deixamos pra lá quando estou contigo e meus bons momentos são criados e escritos.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Pelas coisas que me disse.
Pelas coisas que me disse, coisas que eu nem lembrava. Acabei descobrindo tudo. Nossa história dá um livro, mas não escreveremos o fim. Pois, no fim, ninguém é feliz para sempre como te disseram.
Sinto tão vivo esse livro, cada linha, cada dialogo. Sempre me pego voltando páginas que eu gostei. Muitas páginas marcadas no coração.
Adorei que veio para a próxima página. Minha protagonista, cheia de falas doces e expressões de tirar o folego. Lembre-se, com esse texto, que eu não quero fim em nossa história.
(Desculpa minha demora, acabei ficando enrolado e sem inspiração, voltarei a postar meus textos, agora tentando montar coleções.)
Col.: A Lua e Sol.